Até agora, no total, foram três dias em Dublin. É bem provável que eu ainda volte para lá mais vezes, e minhas opiniões sobre a cidade podem mudar a cada experiência. De qualquer forma, hoje vou falar sobre as minhas primeiras impressões da capital da ilha esmeralda.

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Eu moro em Limerick, uma cidade irlandesa que fica a mais ou menos duas horas e meia da capital. No último St Patrick’s Day, fui para Dublin pela primeira vez. A cidade estava cheia, super animada, muitas pessoas alegres pela rua. Foi dia de festa, de desfile, de muita bebedeira para a maioria, de diversão. Não acredito que eu deva usar essa data específica como referência para palpitar sobre a cidade, mas confesso que foi um experiência interessante. Essa é uma das maiores datas comemorativas do país e fiquei surpresa com a organização do evento. As ruas estavam cheias de policiamento, garantindo que a bagunça não virasse caos. É lindo ver como essas coisas funcionam tão bem em alguns países, né? Infelizmente, o tempo estava péssimo, o que atrapalhou o passeio. Estava frio, chuvoso e com bastante vento. Por isso, o jeito foi me enfiar em um pub e lá ficar, ao invés de explorar melhor a cidade.

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Na realidade, o clima é uma merda quase sempre. Desculpe a franqueza e o palavrão. Não sou de usar palavrões com tanta frequência, mas, depois de estar a quase três meses sob o céu cinzento da Irlanda, sinto dificuldade de encontrar eufemismos para descrever o clima. Sim, há dias melhores e dias piores, mas, em geral, é uma merda mesmo. A minha cidade, Limerick, é provavelmente pior ainda do que Dublin.

O jeito, então, é olhar menos para cima e mais na horizontal. Há muito o que admirar na linha dos olhos. A arquitetura é curiosa, os prédios são baixos em sua grande maioria, conferindo um ar interiorano para a cidade de mais de 550 mil habitantes (o condado tem mais de 1,3 milhões). Fica fácil sentir-se em casa em Dublin. Até porque, quase todas as casas são parecidas. Você pode estar do outro lado da cidade e ter a impressão de já ter passado por ali várias vezes. E isso não é uma crítica negativa, antes que me interpretem mal. Acho até que a homogeneidade das construções trazem certa harmonia ao cenário.

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O centro de Dublin é bastante rico em termos culturais. Não apenas suas construções históricas se destacam, mas também o entrelaçamento de tantas origens distintas. A cidade é habitada por pessoas de todas as partes do mundo e você pode ouvir inúmeros idiomas ao seu redor enquanto caminha por ali. Principalmente, o português. A comunidade brasileira tem crescido demais em Dublin e fiquei realmente surpresa ao andar pelas ruas. Muitas vezes, parecia que eu estava no Brasil.

Para os apreciadores da boa gastronomia, não faltarão opções. É fácil achar quase todos os tipos de comidas, incluindo a brasileira. Fiquei feliz ao encontrar arroz, feijão e coxinha! Até Guaraná Zero eu tomei!

Quanto aos passeios turísticos, fiz alguns durante minha segunda visita a Dublin, que durou dois dias. Explorei melhor o centro da cidade, conheci alguns pubs  bem cobiçados, incluindo o mais famoso de todos: The Temple Bar. A cerveja em toda aquela região é meio cara, entre €5 e €7, as mais baratas. Melhor apreciar com moderação!

Tive a oportunidade também de visitar uma importante (e linda) igreja da cidade, a Christ Church Cathedral. Dividi imagens do seu interior no vlog abaixo, que inclui cenas da cidade e informações importantes:

Em breve, divulgarei mais vídeos mostrando meus momentos e contando sobre minhas experiências na Irlanda. Para acompanhar de perto tudo isso, inscreva-se no canal do Planeta BM (clique aqui). No instagram (@brunamazzer), divido muitas fotos das minhas viagens e cenas do meu dia a dia através do recurso stories. Além disso, todas as novidades são sempre anunciadas na nossa página do Facebook (clique aqui), basta curtir para ficar atualizado!

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