Ter viajado como voluntária foi uma das coisas mais legais que já fiz e pretendo encarar outras experiências semelhantes futuramente. Rola uma energia diferente nesse tipo de viagem, que transcende o turismo e te faz conhecer lugares e pessoas de uma forma completamente diferente, mais intensa. O fato de você se misturar com os locais, participar da rotina deles, aprender as coisas pela perspectiva deles e contribuir com o funcionamento daquilo tudo é sensacional. A relação que você cria com o lugar e com as pessoas é muito forte e enriquecedora.

Toda vez que mexo nos materiais daquela viagem para elaborar conteúdos aqui para o blog, eu fico saudosa. Talvez eu fique também repetitiva, sempre mencionando o quanto amei ter feito essa aventura. Desculpe a insistência nisso, mas realmente não me canso de falar… foi maravilhoso!

Com isso quero dizer que a experiência como um todo foi valiosa e que o saldo foi muito positivo. Porém, isso não significa que 100% dos momentos foram prazerosos. Muito pelo contrário! Passei alguns perrengues que Deus me livre! O trabalho era tão puxado que alguns voluntários desistiram bem rápido, pegaram suas malas e voltaram para a estrada.

Eu não cogitei desistir, sempre encarei tudo como aprendizado, mas eu estaria mentindo se dissesse que vi grandes vantagens em certos trabalhos. Hoje trago um exemplo claro de algo que não me agradou em nada fazer. No vídeo abaixo, eu mostro o trabalho que menos gostei de desenvolver como voluntária pelo Workaway. Confiram as imagens dessa tarefa nojenta e me digam se teriam coragem de limpar essa cabana abandonada e cheia de ratos…

Para saber mais sobre esse tipo de viagem, deixo aqui alguns links para os textos/vídeos anteriores: