Fazer um mochilão pode ser a aventura mais fantástica da sua vida ou um dos seus piores pesadelos! Sua sorte vai depender de alguns fatores e, claro, de um pouco de malícia para não cair em roubadas. Não podemos controlar as condições climáticas nem impedir que algum vírus nos deixe de cama por uns dias, infelizmente. É fato que certas coisas fogem do nosso controle, mas também é fato que algumas delas dependem inteiramente de nós. Pensando nisso, foram listadas abaixo 5 maneiras de arruinar a sua viagem e que podem ser facilmente evitadas. Então, leia atentamente e trate de não reproduzi-las. Lembre-se:

é melhor prevenir do que remediar.

 

1. Escolher más cias

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Ok, você não quer viajar sozinho, eu entendo. Mas vá por mim, é mil vezes melhor estar sozinho do que mal acompanhado! Poucas coisas são tão desafiadoras para uma relação (seja entre amantes, amigos ou inimigos) do que viajar juntos. Estar 24h por dia na companhia de alguém tem um imenso potencial de ser um pé no saco, então trate de escolher muito bem seu parceiro ou parceira de aventura. Certifique-se de que você realmente se dá bem com a pessoa com a qual vai viajar, que vocês dois (ou três, ou quatro…) têm interesses em comum e um orçamento parecido para os programas. Não vai ser nada agradável descobrir que aquela pessoa é uma tremenda egoísta, preguiçosa ou grosseira apenas quando chegarem no outro continente. Por isso, repito: cuidado! É melhor estar sozinho do que mal acompanhado!

 

2. Excesso de bagagem

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Aposto que não é a primeira vez que você ouve isso. Mesmo assim continua insistindo no erro de levar muito mais coisas na mala do que realmente precisa? Saia dessa! Viajar com pouco peso é libertador, acredite. Principalmente se você fizer um mochilão, ou seja, uma viagem na qual você irá de um lugar a outro com frequência. Se usar aquelas mochilonas nas costas e levar muita tralha, meus pêsames! As alças deixarão marcas de sangue pisado nos seus ombros, você sofrerá terríveis dores pelo corpo e sua viagem se tornará um martírio. Falo com propriedade, pois já passei por isso uma vez e aprendi a minha lição na marra.

 

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3. Levar os sapatos errados

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Entenda que mochilão é quase o oposto de uma viagem de luxo. Digo “quase” para que não entendam errado, claro que pode haver glamour em ambos os casos. Além disso, “conforto” é sempre relativo: há quem sofra de insônia só por estar fora de casa (mesmo que hospedado num hotel cinco estrelas) e há quem durma feito pedra até viajando em pé no metrô lotado (tipo eu, Bruna Mazzer, muito prazer!). Porém, quem encara um mochilão tem que ter muita disposição para bater perna – e uma viagem de luxo geralmente significa ficar de pernas para o ar.

Assim sendo, leve sapatos confortáveis, mesmo que não sejam os mais bonitos. Aliás, sugiro especificamente que não leve seus melhores calçados. Prefira aqueles surrados, que você não tem tanto zêlo, que podem sujar, rasgar e até mesmo ser abandonados no meio do caminho. Leve também sapatos coringas, ou seja, que combinem com várias roupas. O ideal é levar o mínimo de calçados na mala, pois ocupam muito espaço e pesam.

4. Não planejar com antecedência

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Em primeiro lugar, defina bem os destinos para então pesquisar cuidadosamente o transporte, as acomodações, passeios e atrações. Se seu projeto for apenas fazer “o que der na telha”, esteja preparado para provavelmente gastar o triplo (ou mais) do que poderia. Principalmente passagens, aluguel de carro e hospedagem sobem significativamente em cima da hora. Então, agir por impulso não parece ser a decisão mais sábia. Além disso, você pode ter alguns imprevistos bem aborrecedores como não encontrar acomodação na cidade ou perder alguma das atrações principais do seu destino. Qual a solução? Pesquisar e planejar com antecedência!

 

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5. Ter um planejamento muito rígido/preciso

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Vimos que não planejar sua viagem pode ser uma grande furada, mas planejar tudo nos mínimos detalhes também! A solução, como sempre, é o meio termo. O desejável é que você tenha um roteiro em mente e se preocupe com os aspectos principais, como transporte e acomodação, mas tenha também certa flexibilidade em sua agenda. Permita-se mudar os planos vez ou outra, deixe para escolher o restaurante na hora, entenda que talvez as outras pessoas prefiram dormir até mais tarde amanhã do que visitar aquele museu pelo qual só você se interessa. Evite stress, seja flexível. Talvez acorde chovendo e não role aquela caminhada pela praia que você programou, talvez três horas no outlet não sejam suficientes e tudo bem! Lembre-se que uma viagem é para ser uma experiência prazerosa, que te afaste das pressões cotianas… então, crie um cronograma que te oriente, não um que te deixe tenso!

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